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Domingo, 6 de Maio de 2007
Novak Djokovic vence 18º Estoril Open

Novak Djokovic é o grande vencedor do torneio de singulares masculinos desta 18ª edição do Estoril Open. O carismático jogador sérvio impôs-se na final ao gaulês Richard Gasquet em 3 sets, parciais de 7-6 (9-7), 0-6 e 6-1 e conquistou o quinto título (terceiro do ano) da sua ainda curta mas muito prometedora carreira, levando para casa o troféu Vista Alegre e um cheque de 75 mil euros.

O público presente no Jamor tinha já presenciado um excelente encontro de ténis na final feminina, mas esperava ainda mais desta final masculina. O primeiro set começou logo com um break de Djokovic a Gasquet, que este prontamente devolveu, conseguindo, mais tarde, fazer um outro aparentemente decisivo, que lhe deu o 5-3. Pura ilusão. À imagem do que Gasquet fizera, Djokovic devolveu o break de enfiada e conseguiu levar a contenda a um tie-break, depois de salvar 3 set-points no seu serviço, dois a 4-5 e outro a 5-6. No jogo decisivo, mais do mesmo: Gasquet a tomar a dianteira e a dispor de mais dois pontos para encerrar o set, mas o azar voltou a bater-lhe a porta, quando o vento desviou um bola e lhe retirou a possibilidade de terminar o set com um vólei de esquerda de fácil execução. Não aproveitou Gasquet, fechou Djokovic e assumiu a vantagem no marcador. Primeiro set de ténis de alto nível, marcado por poderosos winners de fundo do court, quer de esquerda, quer de direita, por subidas à rede destemidas e por amorties que fizeram as delícias do público. Um espectáculo, à medida de uma verdadeira final.

Mas se se pensava que Gasquet ia vacilar, depois do azar que teve no primeiro set, tal não aconteceu e foi um Gasquet dominador que esteve em court no decorrer da segunda partida: muito seguro, a tirar dividendos do seu bom serviço e a responder à altura ao de Djokovic, nunca deixou o jogador sérvio entrar em court, obrigando-o a defender, posição na qual não se sente à vontade. 6-0!

Mas, mais uma vez, volte face na história do encontro. Se parecia que Gasquet, depois do que fizera no primeiro parcial e, sobretudo, no segundo ia passear no terceiro, tal não se verificou e foi Djokovic quem entrou muito forte, quebrando o serviço de Gasquet no segundo jogo do parcial para não mais perder a vantagem que, inclusivé, ainda viria a dilatar.

Vitória justa do sérvio, mas uma palavra de grande apreço para Gasquet, que hoje teve a sorte de costas voltadas. E grande partida de ténis, jogada por dois dos mais versáteis jogadores do circuito. Faltou apenas um pouco mais de equilíbrio no terceiro set, para dar um toque extra de emotividade a uma das melhores finais desde aquele esplêndido duelo ao sol entre Juan Carlos Ferrero e Félix Mantilla, em 2001.

Excelente dia de ténis o vivido hoje no Estoril Open, em forte contraste com o passado no dia de ontem. Bem o mereceu este público que encheu as bancadas do court central.

publicado por Morais às 18:48
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Lá por fora

Tempo agora para dar uma olhadela pelo que se passa lá fora, quer no circuito ATP, quer no WTA Tour.

Começando pelos homens, o alemão Philipp Kohlschreiber (foto) conquistou o torneio de Munique, vencendo na final o russo Mikhail Youzhny, por 2-6, 6-3 e 6-4 e tornando-se no primeiro alemão a vencer o torneio desde que, em 1994, Michael Stich conseguiu tal proeza.  

Na vertente feminina, a belga Justine Henin, de volta à vida de solteira, garantiu acesso à final do torneio de Varsóvia, derrotando a sérvia Jelena Jankovic em três sets: 7-5, 2-6 e 6-4. Na partida decisiva enfrentará a surpreendente ucraniana Alona Bondarenko (foto). A final encontra-se em perigo de realização, devido ao mau tempo que se verifica nesta altura em Varsóvia.

publicado por Morais às 17:26
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Arn surpreende Azarenka

Greta Arn é a grande vencedora do torneio feminino da 18ª edição do Estoril Open. A qualifier alemã surpreendeu a bielorrusa Victoria Azarenka e arrebatou o troféu, ao fim de 2h22m de jogo. Os parciais de 2-6, 6-1e 7-6 (7-3) ilustram bem o equilíbrio registado, sobretudo na terceira patida, na qual Azarenka ainda dispôs de 2 match-points para fechar a contenda a seu favor. Arn nunca perdeu a serenidade e impôs a sua maior experiência, face a uma bielorrusa, treinada por um português, que promete dar que falar no circuito WTA. Tem 17 anos e muita margem de progressão. Mostrou um ténis muito agressivo e preciso, característica fundamental para quem se quer impor num circuito feminino onde a potência de jogo tem vindo a aumentar muito. Quanto a Arn, repetiu o feito da checa Lucie Safarova e tornou-se a segunda jogadora proveniente da fase de qualificação a vencer o torneio. Aos 28 anos não terá já muita margem de manobra, mas este título poderá servir de rampa de lançamento para mais altos voos.

publicado por Morais às 15:53
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Brasileiros vencem

Depois de sentirem grandes dificuldades (que os parciais podem não mostrar) frente aos portugueses Gastão Elias e Pedro Sousa, nos quartos-de-final, os brasileiros André Sá e Márcio Melo não mais pararam de vencer. Ontem despacharam os polacos Fyrstenberg e Matkowski, primeiros cabeças-de-série e grandes favoritos à vitória final, e hoje impuseram-se à dupla argentina Martin García / Sebastian Prieto, com parciais de 3-6, 6-2 e 10-6 (Match TB) e sagraram-se campeões do torneio de pares masculinos deste Estoril Open 2007.

publicado por Morais às 15:36
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Dia triste para o ténis feminino

Surpresa total! Kim Clijsters, que tinha anunciado o seu abandono do ténis ao mais nível para o final desta temporada, supreendeu tudo e todos ao decidir pôr, hoje, um ponto final na sua carreira. Para trás, ficam muitos êxitos, entre os quais 34 títulos WTA, incluindo um torneio de Gand Slam no Open dos Estados Unidos, em 2005.

 

Fonte: jornal O Jogo

publicado por Morais às 15:19
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Primeiros vencedores

Ehritt-Vanc/Anastasia Rodionova, quartas cabeças-de-série, venceram hoje o torneio de pares femininos do Estoril Open 2007, tornando-se nas primeiras vencedoras deste ano. Derrotaram na final as espanholas Lourdes Domingues Lino e Arantxa Parra Santonja, com os parciais de 6-2 e 6-3.

publicado por Morais às 15:07
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Radar dos prognósticos - Meias-finais e final

Depois do completo acerto veio o desacerto total. Se os encontros das meias-finais foram exactamente os previstos (por mim) logo no início da semana (o que, diga-se, é algo pouco normal nesta modalidade, uma vez que os seus principais dominadores, Roger Federer e Rafael Nadal, jogadores quase imbatíveis, não estiveram presentes), não podiam ter sido mais errados os prognósticos para o encontro final. Esperava-se mais de Robredo, mas Djokovic foi claramente superior; de Mathieu já não se esperava tanto, uma vez que foram evidentes algumas dificuldades físicas no seu encontro dos quartos-de-final, mas pelo menos aguardava-se espectáculo. Não aconteceu e agora resta a consolação de termos uma final que se prevê que seja de empolgar, atendendo às características ofensivas do jogo de ambos os protagonistas. Arrisco-me a apostar em Gasquet, por se dar melhor com esta superfície que o seu oponente, mas este, por sua vez, terá, ao que tudo indica, o apoio da maioria dos espectadores presentes nas bancadas. A seguir com atenção, a partir das 16h, na RTP1.

publicado por Morais às 14:57
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Parado

 

Em virtude da minha deslocação aos courts do Jamor, para assistir ao vivo a alguns encontros deste Estoril Open 2007, o blog não foi actualizado. No entanto, será agora feito um pequeno resumo daquilo que de mais importante aconteceu neste dias do maior evento tenístico realizado anualmente em Portugal.

 

 

Recuando um pouco no tempo, aos encontros dos quartos-de-final masculinos, jogados sexta-feira, destaque para a suada e emotiva vitória do sérvio, cabeça-de-série nº3, Novak Djokovic (foto), sobre o espanhol Guillermo García-Lopez, num encontro muito bem jogado. Djokovic impôs-se apenas ao cabo de três sets (6-4, 1-6 e 7-5) e 2h43m de bom ténis, marcando a diferença pela sua maior capacidade de explosão, que lhe permitiu resolver a seu favor muitas das longas trocas de bola do fundo do court. Chegou a temer-se o pior, quando Djokovic foi assistido, no início do terceiro set, mas este revelou uma grande tenacidade e apurou-se para as meias-finais do torneio, para gáudio do público presente num central quase cheio. Nas outas partidas, Paul-Henri Mathieu teve também de suar para levar de vencida o combativo argentino Juan Monaco (6-4, 4-6 e 6-1) e marcar encontro com o seu compatriota Richard Gasquet, fácil vencedor (6-3 e 6-4) do único norte-americano em prova, Vincent Spadea. Por fim, o espanhol Tommy Robredo apurou-se também à custa do simpático argentino Agustin Calleri, mas não ganhou para o susto. Quando comandava a segunda partida, deixou-se apanhar e precisou da "negra" para garantir a discussão de um lugar na final com o sérvio Djokovic.

 

 

No quadro feminino, a bielorrusa Victoria Azarenka exibiu-se em grande plano e, quer nos quartos-de-final, quer nas meias-finais, revelou um ténis muito ofensivo, mas muito sólido, que quase sempre deixa as adversárias KO. Nos quartos livrou-se da argentina Gisela Dulko e nas meias da favorita (só no papel, pois mostrou um ténis pouco seguro ao longo da semana) Lucie Safarova, nas duas ocasiões em encontros quase de sentido único. A outra finalista, a alemã Greta Arn (foto acima), tem também sido uma agradável surpresa e, embora com encontros de grau de dificuldade inferior, soube sempre lidar com a responsabilidade e vai tentar, tal como a sua adversária, somar o prmeiro título da sua carreira neste Estoril Open. Não seria a primeira vez que uma qualifier venceria -Lucie Safarova fê-lo em 2005-, mas seria uma surpresa face ao que Azarenka tem vindo a produzir neste torneio.

Falados que estamos, por agora, de torneio feminino, regressemos aos homens. Os jogos das meias-finais, depois daquelas espectaculares partidas do dia anterior, foram uma desilusão: Djokovic levou de vencida o paciente e combativo Tommy Robredo com inesperada facilidade, tendo conseguido superar as adversidades do primeiro parcial (Robredo serviu para fechar) para, depois, controlar toda a partida com constantes winners de fundo do court. Intensas trocas de bola e alguns pontos de belo efeito não foram, contudo, suficientes para deixar satisfeito o público que encheu o central. Mas o pior estava para vir: no encontro que mais prometia, entre os dois franceses ainda em prova, Mathieu não conseguiu suportar a lesão muscular na coxa direita e desistiu quando estavam jogados apenas quatro jogos no primeiro parcial. Incrédulos e insatisfeitos os espectadores deixaram o court com a sensação de terem esbanjado 30€ para nada, ou quase nada.

 

 

Mathieu manifestou também, depois do encontro, a sua insatisfação junto do ATP, alegando que não é justo ter começado a jogar aqui apenas dois dias depois de vencer em Casablanca. "Nunca vi nada assim...Nos outros torneios não é assim. É algo que não vou esquecer. Não é justo ter jogado o encontro da primeira ronda com apenas um dia de descanso depois da vitória em Casablanca", declarou o insatisfeito francês em conferência de imprensa, como ilustra a foto acima. A verdade é que tal acontece com muitos jogadores, todas as semanas, e Casablanca não é assim tão longe de Lisboa.

Feitas as contas, hoje disputar-se-ão as finais dos torneios masculino e femino: Richard Gasquet vs. Novak Djokovic e Greta Arn vs. Victoria Azarenka, respectivamente.

 

 

Nota final para a dupla portuguesa Gastão Elias / Pedro Sousa, que tive oportunidade de ver jogar e perder, nos quartos-de-final, frente aos para já finalistas brasileiros André Sá e Márcio Melo. Excelente comportamento da dupla portuguesa, que foi, inclusivé, prejudicada quando viu o árbitro, erradamente, atribuir o ponto que daria o 6-6 no primeiro set à dupla brasileira. Parceria a manter no futuro, muito provavelmente.

publicado por Morais às 12:22
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