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Sábado, 12 de Maio de 2007
Nadal soma e segue

O espanhol Rafael Nadal somou hoje a 76ª vitória consecutiva em terra batida, superando o recorde de vitórias consecutivas numa só superfície, pertencente a John McEnroe, que somou 75 êxitos sucessivos no piso indoor carpet entre Setembro de 1983 e Abril de 1985. Mas mais uma vez, Nadal viu-se e desejou-se para conseguir superar um recorde. E mais uma vez em Roma, onde geralmente enfrenta dificuldades superiores às habituais em encontros disputados neste tipo de piso. Foi assim o ano passado na final do torneio, onde enfrentou dois match-points, antes de vencer Roger Federer e igualar o recorde de Guillermo Vilas de 53 vitórias consecutivas em "pó de tijolo" (onde já lá vão!) e assim foi este ano para superar o tal recorde de John McEnroe, pois necessitou de quase quatro horas (3h39m) para vergar Nikolay Davydenko, combativo jogador de leste com um ténis sólido por demais, não obstante ter desperdiçado a vantagem de servir para encontro a 5-3 no segundo set. 7-6(7-3), 6-7(8-10) e 6-4 foram os parciais de um encontro repleto de intensas trocas de bola do fundo do court.

Em contraponto, a primeira meia-final do dia, entre o ídolo caseiro, Filippo Volandri, e o chileno Fernando Gonzalez foi bastante curta e terminou cerca de uma hora depois de iniciada e com vitória do chileno (6-1 e 6-2), para desgosto dos milhares de tiffosi presentes nos courts do Foro Itálico. Foi o fim do sonho para o italiano que, ainda assim, subirá cerca de vinte posições (era 53º à partida para o torneio) no ranking ATP a divulgar na próxima segunda-feira e receberá um special exempt (destinado a jogadores que competem até tarde na semana anterior a um torneio, ficando impossibilitados de jogar o qualifying do mesmo) para o Masters Series de Hamburgo, a disputar ao longo da semana que vem.

Quanto a Gonzalez, tentará ser o primeiro a derrotar Nadal em terra batida, desde que Igor Andreev o conseguiu, em Valência, em Abril de 2005.

 

Resultados do dia:

 

Meias-finais de singulares

(6) Gonzalez (CHI) b. Volandri (ITA) 61 62
(2) Nadal (ESP) b. (4) Davydenko (RUS) 76 (3) 67 (8) 64

Meias-finais de pares

(6) Santoro(FRA)/Zimonjic (SRB) b. (3) Damm (CZE)/Paes (IND) 63 64
(1) B.Bryan (USA)/M.Bryan (USA) b. (4) Knowles (BAH)/Nestor (CAN) 64 57 10-3

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publicado por Morais às 18:58
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Poderá Federer bater Nadal em terra batida?

Agora que, para Roger Federer, resta apenas um torneio antes de Roland Garros -o Masters Series de Hamburgo-, parece pertinente colocar a questão: "Poderá Federer ultrapassar Nadal em terra batida?".

Segundo Mats Wilander, antiga estrela do ténis mundial, a resposta é um não rotundo. Primeiro, porque não está a jogar tão bem quanto no ano passado e, depois, porque teve uma grande oportunidade na final do torneio parisiense de 2006 e não soube aproveitá-la. "Penso que, hoje em dia, Federer não tem tomates quando defronta Nadal. Sofreu um bloqueio mental quando desperdiçou a vantagem de um set na final de Roland Garros do ano passado. Quando se vence por 6-1 uma primeira partida e se está a dominar o encontro não se altera a estratégia. Federer fê-lo e deu-se mal com isso. Certamente acha que não pode bater Nadal do fundo do court e, de facto, não pode. Não pode em hardcourt e muito menos em terra batida. Então porquê passar a jogar só no fundo e não ser tão agressivo como fizera antes? É claro que Nadal tem o seu mérito. O Hewitt teria atirado a toalha ao chão depois de um primeiro set daqueles, o Roddick certamente também, mas o Nadal não lhe presta vassalagem, segue na luta e Federer deixa-se amedrontar. O desporto é sobre ter coração e ter tomates. Não há muitos grandes campeões que não tenham grande coração ou grandes tomates. Não digo que Federer não os tenha, mas de cada vez que defronta Nadal, eles tornam-se muito muito pequenos". Palavras talvez demasiado fortes de Wilander, mas é certo que Federer perde claramente com Nadal no capítulo mental. E isso, numa superfície como a terra batida, onde as partidas duram mais tempo, onde é preciso lutar muito mais por cada ponto e onde se conseguem grandes reviravoltas, mesmo dentro de um simples ponto, paga-se bem caro. E os números falam por si: Nadal leva vantagem nos frente-a-frente entre ambos (7-3) e nunca saiu derrotado de um encontro disputado em terra batida (5-0), acrescido ao facto de ter já batido Federer em superfícies mais rápidas (2-2 em hardcourt, 0-1 em relva). Fica, então, a ideia de que poderá mais rapidamente Nadal derrotar Federer em relva que este destronar Nadal na terra batida.

Um pequeno extracto da entrevista dada por Wilander pode ser lido aqui.

publicado por Morais às 14:17
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